19/02/2018 - 10:57 | Geral

MERCADO FINANCEIRO

RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS

RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS

A ata do Copom manteve a possibilidade de um corte adicional da taxa de juros na próxima reunião. Nos Estados Unidos, a aceleração da inflação acentuou o debate sobre altas de juros pelo Fed.

 

No Brasil, embora o Copom tenha sinalizado o fim do ciclo de cortes na taxa de juros, o comitê reconheceu que dependendo da evolução do cenário, ele poderá cortar novamente a taxa Selic. Na última reunião, o Copom reduziu a taxa Selic em 25 pontos base para 6,75% ao ano, mínima histórica, e sinalizou o encerramento no ciclo de cortes na taxa de juros. Por seu turno, a divulgação da ata da reunião trouxe novos elementos para a condução da política monetária nas próximas reuniões. Primeiramente, o comitê está mais dividido quanto às próximas decisões, com alguns membros manifestando preferência por uma comunicação mais incisiva na direção de um novo corte, enquanto outros propuseram sinalizar mais fortemente a interrupção do ciclo de flexibilização monetária, mas mantendo algum grau de liberdade. A divisão no comitê é explicada pelos recentes dados de economia. De um lado, a continuidade do ambiente com inflação subjacente em níveis baixos e a menor probabilidade de aumento do prêmio de risco abriria espaço para uma flexibilização adicional na política monetária. Por sua vez, a recuperação mais consistente da economia e uma piora no cenário internacional favoreceriam a interrupção do processo de flexibilização. Assim, por ora, o Copom anunciou a interrupção do ciclo de corte. No entanto, caso haja mudanças na evolução do cenário básico e do balanço de riscos, o comitê poderá promover uma flexibilização adicional na próxima reunião. Na nossa visão, não excluímos a chance de um novo corte de 25 p.b. na reunião de março, mas avaliamos que essa decisão será dependente da confirmação das expectativas de inflação e da evolução favorável do balanço de riscos. A princípio, mantemos nosso cenário de taxa de juros de 6,75% ao longo do restante do ano, no entanto, isto estará condicionado a evolução dos dados nos próximos meses.

Com relação à atividade, o setor de serviços mostrou sinais de recuperação no final do ano. O volume dos serviços registrou alta de 1,3% em dezembro frente novembro, com ajuste sazonal, e 0,5% na comparação com dezembro de 2016. A alta em dezembro foi puxada pelo setor de transporte e serviços auxiliares, com avanço 2,3% na comparação com novembro. No quarto trimestre, o setor de serviços avançou 0,2% ante o terceiro trimestre após queda de 0,3% no trimestre anterior. A despeito da recuperação no final do ano, o setor de serviços apurou queda de 2,8% em 2017, mas teve recuo menor que o observado em 2016 (-5,0%). Em linha com o nosso cenário de recuperação da economia, esperamos que o setor de serviços mantenha a expansão observado no final do ano passado, com gradual aceleração ao longo do ano.

Nos Estados Unidos, a aceleração da inflação reacendeu o debate sobre as altas de juros pelo Fed. A inflação ao consumidor (CPI) registrou alta de 0,5% na variação mensal em janeiro após avançar 0,1% em dezembro. O núcleo de inflação, que exclui os preços dos alimentos e energia, apurou elevação de 0,3% frente alta de 0,1% em dezembro. Ambos os resultados ficaram acima da expectativa do mercado que esperava altas de 0,3% e 0,2%, respectivamente. Na comparação anual, o indicador total e o núcleo variaram 2,1% e 1,8%, respectivamente, estáveis frente dezembro e acima da expectativa do mercado 1,9% e 1,7%. O resultado da inflação acima do esperado reacendeu o debate sobre o número de altas de juros que o Banco Central irá promover no ano. Atualmente, os membros do Fed projetam três altas na taxa de juros em 2018. Na nossa visão, o Banco Central irá elevar a taxa de juros quatro vezes no ano. Esperamos que o  mercado de trabalho robusto acelere a inflação nos próximos trimestres, levando o Fed a realizar um aperto acima do esperado. Com relação à atividade econômica, os principais indicadores iniciaram o ano com quedas. A produção industrial e as vendas no varejo (grupos de controle) registraram quedas de 0,2% e 0,1%, respectivamente, em janeiro na comparação com dezembro, com ajuste sazonal. Ambos os resultados surpreenderam negativamente o mercado, que esperava avanços de 0,2% e 0,4%, respectivamente. Na nossa visão, o recuo da atividade em janeiro foi temporário, assim, acreditamos em uma recuperação nos próximos meses.

Na Zona do Euro, a economia da região registrou a maior expansão desde 2007. No quarto trimestre, a revisão do PIB confirmou alta de 0,6% frente trimestre anterior e 2,7% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. No trimestre anterior, a economia da região havia avançado 0,7% na margem e 2,8% na comparação anual. Com isso, a economia da Zona do Euro avançou 2,5% em 2017 após expansão de 1,8% em 2016. Essa foi a maior expansão da economia da região desde 2007, quando avançou 3,0%. A recuperação da demanda doméstica tem puxado o maior crescimento na região. Os principais países da região mostraram robusto no ano, as economias de Alemanha, França, Itália e Espanha avançaram 2,2%, 1,9%, 1,6% e 3,1% respectivamente, após altas de 1,9%, 1,2%, 0,9% e 3,3% no ano anterior. Acreditamos que o bom desempenho da região irá persistir em 2018, influenciado pela recuperação do mercado de trabalho e pelas condições monetárias acomodatícias. Projetamos expansão de 2,5% do PIB em 2018.

Na Ásia, a economia japonesa apresentou moderação no último trimestre do ano, mas acelerou o crescimento em 2017. A economia japonesa registrou alta de 0,5% em termos anualizados no quarto trimestre, na comparação com o trimestre anterior. O resultado ficou abaixo da expectativa do mercado (1,0%). No trimestre anterior, o PIB japonês havia registrado crescimento de 2,2% em termos anualizados. Embora o consumo das famílias tenha avançado no período, o menor crescimento dos investimentos explica a moderação do PIB no quarto trimestre. A economia japonesa encerrou o ano com expansão de 1,6% após crescimento de 0,9% em 2016. Para 2018, o PIB deve repetir o bom desempenho do ano anterior impulsionado pelos indicadores de confiança em patamares elevados, baixa taxa de desemprego e uma política monetária bastante acomodatícia.  Assim, a economia deve avançar 1,5% no ano.

Na próxima semana, o dado de atividade e a prévia da inflação serão os destaques no Brasil. O Banco Central irá publicar na próxima segunda-feira o seu índice de atividade (IBC-Br) referente ao mês de dezembro. Acreditamos que o indicador avançará 1,2% na comparação mensal e 2,4% na comparação anual. Caso a nossa projeção se confirme, o indicador deve registrar crescimento de 1,1% em 2017 após contração de 4,3% em 2016. Para o IPCA-15, esperamos alta de 0,46%, acelerando de 0,39% na leitura de janeiro. Caso a nossa projeção se confirme, o indicador acumulará alta de 2,92% em 12 meses frente alta de 3,02% no mês anterior. No âmbito internacional, as atenções dos mercados estarão voltadas para a divulgação de dados de confiança nos Estados Unidos e Europa. Ainda nos Estados Unidos, a publicação da ata do FOMC e os discursos de membros do FED serão os destaques na semana.

 

 

 

RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS
A ata do Copom manteve a possibilidade de um corte adicional da taxa de juros na próxima reunião. Nos Estados Unidos, a aceleração da inflação acentuou o debate sobre altas de juros pelo Fed.
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INFORME ECONÔMICO
16 de fevereiro de 2018
Nos Estados Unidos, a aceleração da inflação reacendeu o debate sobre as altas de juros pelo Fed. A
inflação ao consumidor (CPI) registrou alta de 0,5% na variação mensal em janeiro após avançar 0,1% em
dezembro. O núcleo de inflação, que exclui os preços dos alimentos e energia, apurou elevação de 0,3%
frente alta de 0,1% em dezembro. Ambos os resultados ficaram acima da expectativa do mercado que
esperava altas de 0,3% e 0,2%, respectivamente. Na comparação anual, o indicador total e o núcleo
variaram 2,1% e 1,8%, respectivamente, estáveis frente dezembro e acima da expectativa do mercado
1,9% e 1,7%. O resultado da inflação acima do esperado reacendeu o debate sobre o número de altas de
juros que o Banco Central irá promover no ano. Atualmente, os membros do Fed projetam três altas na
taxa de juros em 2018. Na nossa visão, o Banco Central irá elevar a taxa de juros quatro vezes no ano.
Esperamos que o mercado de trabalho robusto acelere a inflação nos próximos trimestres, levando o Fed
a realizar um aperto acima do esperado. Com relação à atividade econômica, os principais indicadores
iniciaram o ano com quedas. A produção industrial e as vendas no varejo (grupos de controle) registraram
quedas de 0,2% e 0,1%, respectivamente, em janeiro na comparação com dezembro, com ajuste sazonal.
Ambos os resultados surpreenderam negativamente o mercado, que esperava avanços de 0,2% e 0,4%,
Fonte: IBGE, BRAM
2.0%
0.5%
1.2% 1.1%
-0.4%
0.0%
0.7%
-2.2%
-1.3%
-2.0%
-0.7%
-2.4%
-0.3%
0.2%
-0.3%
0.2%
-3.0%
-2.5%
-2.0%
-1.5%
-1.0%
-0.5%
0.0%
0.5%
1.0%
1.5%
2.0%
2.5%
mar-13
jun-13
set-13
dez-13
mar-14
jun-14
set-14
dez-14
mar-15
jun-15
set-15
dez-15
mar-16
jun-16
set-16
dez-16
mar-17
jun-17
set-17
dez-17
Brasil - Índice de Volume de Serviços
T/T %, dados dessazonalizados
Fonte: Bloomberg, BRAM
1.8%
4.7%
5.6%
-2.1%
3.8%
2.1%
-3.0%
-2.0%
-1.0%
0.0%
1.0%
2.0%
3.0%
4.0%
5.0%
6.0%
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
2017
2018
Estados Unidos - Inflação: CPI (%)
Núcleo 12 meses Total 12 meses
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INFORME ECONÔMICO
16 de fevereiro de 2018
respectivamente. Na nossa visão, o recuo da atividade em janeiro foi temporário, assim, acreditamos em uma recuperação nos próximos meses.
Na Zona do Euro, a economia da região registrou a maior expansão desde 2007. No quarto trimestre, a revisão do PIB confirmou alta de 0,6% frente trimestre anterior e 2,7% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. No trimestre anterior, a economia da região havia avançado 0,7% na margem e 2,8% na comparação anual. Com isso, a economia da Zona do Euro avançou 2,5% em 2017 após expansão de 1,8% em 2016. Essa foi a maior expansão da economia da região desde 2007, quando avançou 3,0%. A recuperação da demanda doméstica tem puxado o maior crescimento na região. Os principais países da região mostraram robusto no ano, as economias de Alemanha, França, Itália e Espanha avançaram 2,2%, 1,9%, 1,6% e 3,1% respectivamente, após altas de 1,9%, 1,2%, 0,9% e 3,3% no ano anterior. Acreditamos que o bom desempenho da região irá persistir em 2018, influenciado pela recuperação do mercado de trabalho e pelas condições monetárias acomodatícias. Projetamos expansão de 2,5% do PIB em 2018.
Na Ásia, a economia japonesa apresentou moderação no último trimestre do ano, mas acelerou o crescimento em 2017. A economia japonesa registrou alta de 0,5% em termos anualizados no quarto trimestre, na comparação com o trimestre anterior. O resultado ficou abaixo da expectativa do mercado (1,0%). No trimestre anterior, o PIB japonês havia registrado crescimento de 2,2% em termos anualizados. Embora o consumo das famílias tenha avançado no período, o menor crescimento dos investimentos explica a moderação do PIB no quarto trimestre. A economia japonesa encerrou o ano com expansão de 1,6% após crescimento de 0,9% em 2016. Para 2018, o PIB deve repetir o bom desempenho do ano anterior impulsionado pelos indicadores de confiança em patamares elevados, baixa taxa de desemprego e uma política monetária bastante acomodatícia. Assim, a economia deve avançar 1,5% no ano.
Fonte: Eurostat, BRAM
1.73.230.4-4.52.11.6-0.9-0.21.32.11.82.52.5-5-4-3-2-101234Zona do Euro -Variação do PIB (%)
4
INFORME ECONÔMICO
16 de fevereiro de 2018
Na próxima semana, o dado de atividade e a prévia da inflação serão os destaques no Brasil. O Banco Central irá publicar na próxima segunda-feira o seu índice de atividade (IBC-Br) referente ao mês de dezembro. Acreditamos que o indicador avançará 1,2% na comparação mensal e 2,4% na comparação anual. Caso a nossa projeção se confirme, o indicador deve registrar crescimento de 1,1% em 2017 após contração de 4,3% em 2016. Para o IPCA-15, esperamos alta de 0,46%, acelerando de 0,39% na leitura de janeiro. Caso a nossa projeção se confirme, o indicador acumulará alta de 2,92% em 12 meses frente alta de 3,02% no mês anterior. No âmbito internacional, as atenções dos mercados estarão voltadas para a divulgação de dados de confiança nos Estados Unidos e Europa. Ainda nos Estados Unidos, a publicação da ata do FOMC e os discursos de membros do FED serão os destaques na semana.
Fonte: Bloomberg, BRAM
0.40.31.72.41.31.72.2-1.1-5.44.2-0.21.52.00.41.40.91.61.5-6.0-4.0-2.00.02.04.06.0200120022003200420052006200720082009201020112012201320142015201620172018Japão -PIB (% Var. real anual)
5
INFORME ECONÔMICO
16 de fevereiro de 2018
3,11
3,35
3,48
3,29
3,19
3,10
3,38
3,09
3,34
3,21
3,05
3,15
3,25
3,35
3,45
21-out-16
10-nov-16
30-nov-16
20-dez-16
09-jan-17
29-jan-17
18-fev-17
10-mar-17
30-mar-17
19-abr-17
09-mai-17
29-mai-17
18-jun-17
08-jul-17
28-jul-17
17-ago-17
06-set-17
26-set-17
16-out-17
05-nov-17
25-nov-17
15-dez-17
04-jan-18
24-jan-18
13-fev-18
Taxa de Câmbio (BRL/USD) 12,42
12,34
11,11
9,8
8,94 9,59
11,39
8,72
9,52
9,36
8,9
8,63
8,00
8,50
9,00
9,50
10,00
10,50
11,00
11,50
12,00
12,50
21-out-16
10-nov-16
30-nov-16
20-dez-16
09-jan-17
29-jan-17
18-fev-17
10-mar-17
30-mar-17
19-abr-17
09-mai-17
29-mai-17
18-jun-17
08-jul-17
28-jul-17
17-ago-17
06-set-17
26-set-17
16-out-17
05-nov-17
25-nov-17
15-dez-17
04-jan-18
24-jan-18
13-fev-18
Taxa de Juros (DI 2021)
Nível
16-fev Semana Mês Ano
Real (R$/US$)1 3,21 -2,8% 2,5% -3,2%
CDS Brasil 5 anos 152,07 -19,54 -93,99 -9,90
Taxa DI Jan 2021 (%) 8,63 -0,27 -2,04 -0,43
Taxa DI Jan 2025 (%) 9,89 -0,18 -1,14 -0,55
Taxa NTN-B 2019 (%) 2,82 -0,07 -2,89 0,16
Taxa NTN-B 2050 (%) 5,13 -0,11 -0,41 -0,33
Ibovespa2 84.325 4,24% 30,06% 10,37%
IBX2 34.728 4,11% 30,33% 9,84%
MERCADO DOMÉSTICO
Variação
Cotação Cotação
16-fev Semana Mês Ano 16-fev Semana Mês Ano
Dólar (Índice DXY) 88,9 -1,7% -10,7% -3,5% CRB (US$) 440,9 0,6% 1,2% 2,0%
Euro (USD/EUR) 1,244 -1,5% -15,5% -3,6% CRB (R$) 1.424,8 -1,5% 4,6% 5,7%
Libra (USD/GBP) 1,405 -1,59% - -4,0% Petróleo BRENT (US$/bbl.) 65,0 3,5% 12,5% -2,6%
Iene - Japão (JPY/USD) 106,2 -2,41% -6,2% -5,8% Minério de Ferro 93,5 0,0% -2,6% 5,1%
Renminbi - China (CNY/USD) 6,34 0,61% -7,9% -2,5% Ouro (US$) 1.353,3 2,8% 11,9% 3,9%
Peso Chileno (CLP/USD) 593,4 -1,72% -8,3% -3,6% Soja (US$/bu.) 1.024,0 4,2% -6,8% 6,5%
Peso Mexicano (MXN/USD) 18,5 -1,22% -10,8% -6,0% Milho (US$/bu.) 368,0 1,7% -13,2% 4,9%
Peso Colombiano (COP/USD) 2.834,9 -3,6% -2,4% -5,1% Trigo (US$/bu.) 458,0 2,0% -13,5% 7,3%
Sol Peruano (PEN/USD) 3,2 -0,9% -0,8% 0,2% Açúcar (US$/bu.) 13,3 -2,6% -38,2% -12,2%
Cotação Cotação
16-fev Semana Mês Ano 16-fev Semana Mês Ano
Libor USD 3m (%) 1,87 5,25 83,79 0,18 S&P 500 Index 2.747,8 4,89% 20,54% 2,77%
Libor EUR 3m (%) -0,33 0,10 0,00 0,00 VIX 17,6 -11,45 5,80 6,57
Título 10 anos EUA (%) 2,87 2,00 40,10 0,47 Bolsas Europeias (MSCI) 126,9 2,11% 3,20% -3,42%
Título 10 anos Alemanha (%) 0,71 -3,90 23,80 0,28 Bolsas LATAM (MSCI) 3.110,1 5,34% 23,66% 9,97%
Nikkei 225 (Japão) 21.720,3 1,58% 13,43% -4,59%
Dados atualizados às 12:00 Shangai (China) 3.350,6 2,21% 1,29% -3,26%
(1) Variações negativas significam valorização em relação ao dólar
(2) Índices acionários medidos em moeda local
MERCADOS INTERNACIONAIS
Moedas¹
Variação
Juros
Variação Variação
Commodities
Variação
Bolsas²
6
INFORME ECONÔMICO
16 de fevereiro de 2018
CALENDÁRIO E PROJEÇÕES
2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018
PIB (% ao ano) 1.9% 3.0% 0.5% -3.5% -3.6% 1.0% 3.0%
Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 5.84% 5.91% 6.41% 10.67% 6.29% 2.95% 3.66%
Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 7.8% 5.5% 3.7% 10.5% 7.2% -0.5% 4.7%
Taxa Selic (final do ano) 7.25% 10.00% 11.25% 14.25% 13.75% 7.00% 6.75%
CDI Acumulado no ano 8.41% 8.06% 10.82% 13.26% 14.19% 9.83% 6.77%
R$/US$ média do ano 1.95 2.16 2.35 3.33 3.48 3.19 3.30
R$/US$ final do ano 2.08 2.35 2.64 3.90 3.26 3.29 3.30
Variação cambial no ano 13.2% 13.0% 12.5% 47.8% -16.5% 1.0% 0.2%
Exportações (US$ bilhões) 242.6 242.0 225.1 191.1 185.2 217.8 222.9
Importações (US$ bilhões) 223.2 239.7 229.2 171.4 137.6 150.7 162.3
Balança Comercial (US$ bilhões) 19.4 2.3 -4.1 19.7 47.7 67.1 60.6
Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -54.2 -81.2 -104.0 -58.9 -23.6 -9.5 -21.7
Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2.2% -3.4% -4.4% -3.3% -1.3% -0.5% -1.1%
Superávit Primário (% PIB) 2.2 1.8 -0.6 -1.9 -2.5 -1.7 -1.9
Dívida Líquida (% PIB) 32.2 30.5 32.6 36.2 45.9 51.6 53.3
Dívida Bruta (% PIB) 53.7 51.5 56.3 66.5 69.5 74.0 76.3
Projeções Macroeconômicas - BRAM
Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior
19/2 até 23/2
- Arrecadação Federal Brasil Jan -- -- 137842m
- Criação de empregos formais - CAGED Brasil Jan -- -- -328539.00
Segunda 19-fev
08:30 IBC-Br (M/M) Brasil Dez 1.20% 0.90% 0.49%
08:30 IBC-Br (A/A) Brasil Dez 2.40% 1.95% 2.82%
Terça 20-fev
07:00 Índice ZEW de Sentimento Econômico Z. Euro Fev -- -- 31.80
12:00 Confiança do Consumidor Z. Euro Fev -- 100.00% 1.30
21:30 PMI Industria Japão Fev -- -- 54.80
Quarta 21-fev
06:00 PMI Indústria Z. Euro Fev -- 59.20 59.60
06:00 PMI Serviços Z. Euro Fev -- 57.60 58.00
06:00 PMI Composto Z. Euro Fev -- 58.40 58.80
12:00 Vendas de Casas Usadas EUA Jan -- 5.61m 5.57m
Quinta 22-fev
06:30 PIB (T/T) Reino Unido 4T -- 0.50% 0.50%
06:30 PIB (A/A) Reino Unido 4T -- 1.50% 1.50%
10:30 Novos Pedidos Seguro-Desemprego (Jobless Claims) EUA Fev -- 230k 230k
12:00 Indicadores antecedentes (M/M) EUA Jan -- 0.70% 0.60%
Sexta 23-fev
07:00 Preços ao Consumidor - CPI Núcleo (A/A) Z. Euro Jan -- 1.00% 1.00%
09:00 IPCA-15 (M/M) Brasil Fev 0.46% -- 0.39%
7
INFORME ECONÔMICO
16 de fevereiro de 2018
Tel.: 3847-9171
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As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças
sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições
atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão
e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta
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Material produzido em 16/02/2018 às 15h00
Outras edições estão disponíveis no Site: www.bradescoasset.com.br,
MARCELO CIRNE DE TOLEDO
Economista Chefe
marcelotoledo@bram.bradesco.com.br
HUGO RIBAS DA COSTA
hugo.costa@bram.bradesco.com.br
JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA
lucianocosta@bram.bradesco.com.br
LEONARDO DE PAOLI CARDOSO DE CASTRO
leonardo.castro@bram.bradesco.com.br
MARIANNE KOMORI GEHRINGER
marianne.e.komori@bram.bradesco.com.br
THIAGO NEVES PEREIRA
thiago.pereira@bram.bradesco.com.br

 

 


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